domingo, 24 de agosto de 2014

Novamente, obrigado.


Vou começar essa história falando de alguém, alguém que não é novidade em meu textos, minha mente e agora mais do que nunca em minha vida, porém, eu não vou focar apenas na pessoa e sim nos fatos que nos cercam nas ultimas três semanas. Engraçado pensar como tudo mudou de dois anos pra cá, quando pessoas se envolveram e saíram, passaram e voltaram, pra no fim, não fazerem a menor diferença no final, como sempre digo "a certas coisas que pode ser adiadas, porém, não evitadas", algumas coisas saíram do controle, outras nem controle tiveram, incrível pensar que tudo isso se passou, mais estranho é pensar como mudamos, não apenas um para o outro, mas, para se mesmo. Você era uma menina extremamente fechada, cujo qual não dava o braço a torcer de maneira alguma, sempre calada e avaliadora, quando estava mal, não passava isso a ninguém, segurava e fingia estar bem, estranho, por algum motivo eu percebia quando estava assim, apenas olhando, de longe, tentando confirmar o que achava para poder ir lá e perguntar, algumas vezes isso se repetiu. Eu sempre fui um chato na história, cai de para-quedas em uma outra história, onde me enfiei por motivos que eu achava certo. Um cara com o ego alto uma alta percepção que aguçou com o tempo, achando que não ia se surpreender com nada. Que grande panaca, para quem se achava que não ia se surpreender com nada, passou a dizer que com ela é "a cada dia uma surpresa". foi obrigado a entender o significado de um simples "não". Sempre pensou "como assim não? Quem é você  pra me dizer isso?", controlador, resumindo, otário. Hoje é engraçado olhar pra trás e ver como tudo esta e como tudo era, aprendi do pior e estranhamente do melhor jeito, aprendi com mais dor, mas, de certa forma foi bom, porque aprendi ao teu lado, muitas vezes um brigado com o outro, brigas pequenas, brigas grande, brigas e mais brigas, sei lá, parecia que eram etapas, aprovações, para poder chegar a um ponto de plena desistência e quando menos se imagina, vai pra frente, hoje, nessa madrugada de 25 de agosto de 2014 faz exatos 25 dias que estamos finalmente bem, espero que venham muito mais. Mês que vem minha pequena fará 18 anos, mal sei o que fazer, mal sei o que dar, na verdade, até sei, porém, acho que nada será o suficiente para agradecer o bem que me fez e faz. Eu não sei como será amanhã e ainda assim espero ansioso por ele, só por imaginar que pode ser mais um dia com você. Quem diria, um ser de 1,62cm apenas me causando tantas emoções depois de tudo que passei. Eu as vezes sinto vergonha, medo, angustia e outras coisas do gênero, normal, sou humano. A vergonha vem pelo fato de não esperar algumas perguntas, falta de preparo, a agustia anda lado a lado com a preocupação, se esta bem, aonde esta, que não aconteça nada. E o medo? O medo é como você mesmo me disse, eu tenho medo de te perder. Mas, fazer o que, viva um dia de cada vez como se fosse o ultimo. O próximo texto que escreverei será ao teu lado, com você escrevendo junto comigo, conforme o prometido.Essa foto do texto é a vista que vimos diversas vezes juntos, então como diz gostar, resolvi utilizar ela.Enfim, novamente digo: Obrigado. 

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